Bravacinas

Meningite B

Fabricantes

GskNOVARTIS

Imunização

Doenças Meningocócicas

R$ 755,00

à vista · 

O que previne:

A vacina é responsável por prevenir meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

A transmissão ocorre através de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas da doença meningocócica podem aparecer primeiro como uma doença parecida com a gripe, mas logo há uma piora significativa. Os sintomas mais comuns da meningite são pescoço rígido, febre alta, sensibilidade à luz, confusão, dores de cabeça e vômito. Se não tratada, a doença meningocócica pode ser fatal e pode resultar em danos ao cérebro.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não causa infecção. É composta por quatro componentes (três proteínas subcapsulares e vesículas da membrana externa do meningococo B), além de hidróxido de alumínio, cloreto de sódio, histidina, sacarose e água para injeção.

Indicação:

  • Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm).
  • Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico.
  • Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
  • Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Esquema de doses:

  • Para crianças, as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro da vacina meningocócica B em duas doses, aos 3 e 5 meses de vida e um reforço entre os 12 e 15 meses. O esquema, no entanto, pode variar de acordo com a idade de aplicação da primeira dose.
  • Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês.
  • Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.
  • Grupos de alto risco, como pessoas vivendo com HIV, portadores de asplenia anatômica ou funcional, que tenham deficiência de complemento ou em uso de eculizumabe ou outros medicamentos biológicos que interferem na via do complemento: três anos após completar o esquema, tomar uma dose de reforço.

Cuidados e possíveis reações adversas:

  • A administração de paracetamol antes ou logo após a vacinação pode reduzir o risco de febre e não interfere na resposta imune à vacina.
  • Em caso de febre nas últimas 24 horas recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados.
  • Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço).
  • Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas.
  • Qualquer outro evento ou um prolongamento dos eventos descritos anteriormente devem ser comunicados ao serviço de vacinação.

Fonte

  • Vacinas disponíveis - Família SBIm: https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis
  • Doença Meningocócica: https://familia.sbim.org.br/doencas/doenca-meningococica-dm
  • Meu Calendário de Vacinas: https://meucalendariodevacinas.com.br/

Dados para fins informativos. Consulte um médico de confiança para receber orientações adequadas.

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